+1-234-567-8910

Nossa história

Brownie do Reis

Após ser demitido da empresa em que trabalhou por 20 anos, André Reis passou a fazer sucesso com seus brownies: produz 1.300 por hora.
Há quem diga que, se a vida der limões, é para aproveitar e fazer uma limonada. No caso do gestor de negócios André Reis, a demissão após 20 anos de trabalho no Senai não foi amarga. Pelo contrário. Tornou-se doce. O projeto do Brownie do Reis tomou forma no ônibus, quando ele voltava para casa após o exame demissional, em dezembro. Cerca de três meses depois, Reis era dono da própria empresa, com uma pequena fábrica no Pechincha e chefe de uma equipe de quatro funcionários.Os primeiros brownies ele distribuía no antigo emprego e entre os amigos. A ideia de comercializá-los veio depois que ele levou alguns para o aniversário do afilhado. Crianças e pais provaram e fizeram as primeiras encomendas. Simultaneamente, Reis passou a faturar com seus doces também no trabalho. No início, fazia-os em casa. Rapidamente, passou a vender 200 por dia e recusar pedidos por não ter estrutura para produzir em larga escala.

– Eu não tinha dinheiro para abrir uma fábrica, e fiquei com esse projeto na cabeça. Até que minha amiga antiga empresa me ajudou a realizar esse sonho. Fui demitido, mas não me deixar abater, embora tenha sentido o baque, depois de 20 anos fazendo a mesma coisa – conta o empresário.

Reis desenvolveu todo o projeto da empresa, da rede de fornecedores à distribuição (feita com a própria moto). Sair da cozinha de casa para um lugar adequado se tornou prioridade dois meses depois, quando se viu na obrigação de abastecer 22 pontos de venda. Hoje, na fábrica, são produzidos até 1.300 brownies por hora para atender os pedidos, inclusive os que chegam via Facebook, Whatsapp, e-mail e na própria fábrica – mas nessa, só no varejo, a partir de 25 unidades.
A variedade de sabores também aumentou. Vieram os recheios de brigadeiro, Nutella, doce de leite e chocolate branco, além das casquinhas no pote.

– A receita é uma adaptação. Comecei com uma conhecida, só que sempre achei muito doce. Reduzi gordura e açúcar e, independentemente do recheio, uso sempre a mesma massa. Só na linha light é que muda.
E quanto ao limão – a fruta mesmo -, virou opção de recheio no mês passado, novidade ao lado dos sabores maracujá, chocolate meio amargo e nozes. Agora, ele planeja oferecer o recheado de Paçoca para as festas juninas e lançar o panetone para o Natal.
POR CAROLINA CALLEGARI

×
Home - Nossa Historia - Quem Somos Produtos Onde Encontrar Contato Comprar